Como é bom saber que Deus é Bom

terça-feira, outubro 11th, 2016

Texto Bíblico: Tiago 1:17

INTRODUÇÃO
Após destacar que a tentação é uma consequência do pecado humano, Tiago deixa claro de que somente Deus é a fonte de tudo o que é bom (Tg 1.13-17). Corroborando com o que o apóstolo destacou, Berkhof disse que Deus é bom na acepção metafísica da palavra, onde “Deus é sinônimo de bom; e bom e sinônimo de Deus” (2009, pág. 68). Grundem reforça, destacando que Deus é o parâmetro definitivo do que é bom, e que tudo o que Deus é e faz é digno de aprovação (1999, pág. 143). Para finalizar, A.W. Pink diz que Deus não é somente o maior de todos os seres, mas o melhor; e que, diferente de qualquer criatura, a bondade de Deus não é derivada, uma vez que é a essência de sua natureza eterna.

Resumindo, tudo o que provém de Deus – Seus decretos, a sua criação, suas leis, suas providências – só pode ser bom. “E viu Deus que tudo o que tinha feito, e eis que era muito bom” (Gn 1:31).

A bondade de Deus está ligada a outros aspectos da sua natureza, que também podem ser tratados como atributos separados, não perdendo sua essência convergente. São eles:

1. O Amor.
Quando a bondade de Deus é exercida para com as suas criaturas racionais, assume o caráter mais elevado do amor. Ou seja, Deus ama as suas criaturas racionais por amor a si mesmo; e nem mesmo o estado decaído de pecado do homem foi suficiente para diminuir esse amor (Jo 3:16).

Sendo assim, Deus nos ama incondicionalmente simplesmente por Ele é bom!

2. A Graça.
Quando Deus concede sua bondade a alguém que não tem nenhum direito a ela, então estamos no exercício da Graça. Portanto, a graça é a imerecida bondade de Deus a todos os que perderam direito a ela e, por natureza, estão sob a sentença de condenação.

“Pela Graça sois salvos… E isto não vem de vós… É dom de Deus” (Ef 2: 8-9).

Sendo assim, como explica o fato de Deus conceder sua bondade a quem não tem direito algum a ela, senão pelo fato dEle ser um Deus bondoso?

3. A Misericórdia.
A misericórdia é a bondade de Deus demonstrada para com os que se acham na miséria ou na desgraça, independente de seus méritos. Em sua misericórdia, Deus se revela um Deus compassivo, que tem pena dos que se acham na miséria e está sempre pronto a aliviar sua desgraça.

Se a graça vê o homem como culpado diante de Deus (e necessitado de perdão), a misericórdia o vê como um ser que está suportando as consequências do pecado e precisa de socorro.

4. A Paciência.
É o aspecto que faz Deus tolerar os rebeldes e maus, a despeito de sua prolongada desobediência. É a bondade divina no sustar a punição daqueles que persistem no pecado por tempo determinado. Revela-se no adiamento merecido do julgamento do homem.

Portanto, as misericórdias do Senhor não tem fim… Simplesmente porque sua bondade dura para sempre!

CONCLUSÃO
Para finalizar essa reflexão, sugerimos duas aplicações práticas para nossos dias, face a bondade de Deus. São elas:

  1. Saber que Deus é bom deve gerar em nós o sentimento de gratidão“Louvem ao Senhor pela sua bondade, e pelas suas maravilhas para com os filhos dos homens” (Sl 107:8);
  2. Saber que Deus é bom jamais deverá nos deixar desanimados“O Senhor é bom, uma fortaleza no dia da angústia” (Naum 1:7).

#ComoÉBomSaberQueDeusÉBom.

Por Linaldo Lima
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