Eita povo ruim de morrer

terça-feira, fevereiro 25th, 2014

Seus vizinhos poderosos sumiram – mas os judeus permanecem até hoje!

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“Não temas, pois, tu, meu servo Jacó, diz o Senhor, nem te espantes, ó Israel; porque eis que te livrarei das terras de longe, e à tua descendência da terra do seu cativeiro; e Jacó tornará, e descansará, e ficará em sossego, e não haverá quem o atemorize” (Jeremias 30: 10).

Pode até parecer ficção (como os filmes de Bruce Willis (Duro de Matar 1, 2 ou 3) ou de Chuck Norris), mas não é. Estamos falando da mais pura verdade: O povo judeu sobreviveu. Isso é, no mínimo, assombroso. Na época de Jeremias, ninguém poderia prever com certeza acerca da sobrevivência desse povo, quando se encontrava encurralado e ameaçado de destruição total. Os babilônios o conquistou e o arrastou para o exílio. Mas a pergunta que não quer calar é: Onde estão os babilônios hoje? A resposta: Desapareceram. Hoje, as areias do deserto cobrem a sua capital.

A história dos judeus é uma longa crônica de discriminação, exílio, castigo e matança. Não existe outro povo contra quem se tenham instituído medidas tão drásticas de destruição. Mas sobreviveram e, mais ainda, prosperaram. Seu idioma ainda perdura. Seu livro, o Antigo Testamento, é parte do livro mais lido de todos os tempos. Eles reconstruíram sua nação.

O que nos chama a atenção é que essa sobrevivência já havia sido anunciada por escrito há 2.500 anos. Deus prometeu claramente que nunca rejeitaria Seu povo.

 

1. O novo pacto.
Conhecido por suas provocantes denúncias e repetidas predições de destruição selvagem, Jeremias também trouxe uma mensagem de fidelidade eterna de Deus e de um novo pacto que substituiria o antigo, já quebrado. Segundo o próprio Jeremias, o novo pacto seria muito melhor do que o primeiro, pois Deus não se limitaria mais a promulgar listas de regras a que Seu povo teria de obedecer. Antes, plantaria tais regras em seus corações, de modo que eles iriam desejar cumpri-las (Jr 31: 33). Cada indivíduo conheceria o Senhor pessoalmente, sem a necessidade de intermediários.

Jeremias ainda foi mais além, dizendo que um novo rei da linhagem de Davi viria para governar. Ele se chamaria “o Senhor, justiça nossa” (Jr 23: 5 – 8). Israel regressaria do exílio à terra, reconstruiria Jerusalém e voltaria a adorar a Deus. O interessante é que Jeremias escreveu esta mensagem otimista no momento em que Israel caía em sua pior catástrofe.

Não satisfeito somente com a proclamação da mensagem oral, Jeremias fez o investimento mais estúpido de todos os tempos, ou um verdadeiro ato de fé: Ele comprou uma propriedade de um parente seu no momento mais grave do cerco da Babilônia a Jerusalém (capítulo 32). Deus prometera a Jeremias que algum dia essa propriedade voltaria a ter valor para seus filhos e netos. Ele creu e investiu nessa probabilidade mais do que remota. Ele acreditou na sobrevivência de Israel.

 

2. O cumprimento da profecia.
Todos nós cristãos concordamos que o novo rei profetizado por Jeremias era Jesus. Também concordamos que foi Jesus que introduziu um novo pacto, que põe a lei nos corações e que permite conhecer a Deus. Mas quanto à restauração de Israel, nós divergimos em algumas opiniões. Por exemplo:

a) Alguns cristãos acreditam que o moderno Estado de Israel é a nação ressurreta, pelo menos em parte, acerca da qual Jeremias escreveu;

b) Outros pensam que o Novo Testamento ensina que os cristãos de todas as nações constituem “a nova nação” do povo de Deus, e que as promessas se aplicam alegoricamente a todos eles.

Entretanto, todos nós concordamos que o que Jesus começou a fazer ainda não foi concluído. Mas que algum dia Ele voltará, destruirá as forças do mal e estabelecerá plenamente Seu novo reino.

Maranata, ora vem Senhor Jesus!

Por Linaldo Lima
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